Saiba o que você precisa fazer para manter sua produção no azul em 2016

18/03/2016 - Produtores Rurais

A primeira quinzena de Março teve um cenário ainda bem pior em relação ao final de ano, com a economia paralisada diante de uma crise política que se arrasta. A única coisa que parece estar mudando são os anúncios na TV: antes eram os do carnaval e, agora, são os das olimpíadas. Nós, produtores agrícolas, sabemos, porém, que a safra 2015/2016 está encaminhada e precisamos ter uma ideia do que nos aguarda do ponto de vista financeiro e econômico.

Para aclarar um pouco esse quadro, fizemos uma leitura do que os especialistas estão dizendo a respeito, para escrever este post. Concluímos que o acesso ao crédito para a produção poderá ser nosso calcanhar de Aquiles em 2016, tanto para produtores como para revendas agrícolas. Vamos explicar, então, por qual motivo teremos que nos preparar para um ano com pouco crédito e, ainda, maior necessidade de redução de custos na produção do agronegócio.

Sabemos que os preços das principais commodities continuam em queda, uma vez que os estoques mundiais estão abastecidos. Somente uma catástrofe climática no hemisfério Sul, que atingisse nosso país, assim como os demais fornecedores de commodities sul-americanos, levaria a uma alta de preços devido à redução da oferta.

As duas faces do dólar

Sim, o dólar está fortíssimo, nunca permaneceu em patamares tão elevados. Mas o que isso significa de verdade, para nós, produtores? De um lado, quem está exportando está auferindo bons resultados, certo? Mas, e para manter os custos internos de produção, com tantos insumos controlados pela moeda externa?

É assim que estamos neste momento; com a demanda externa por grãos e proteínas se mantendo em alta, continuaremos a vender e a obter lucros nas atuais exportações. Em compensação, teremos que gerenciar os custos de produção, tanto para as próximas vendas externas como para abastecer o mercado interno, com a meticulosidade de um equilibrista.

Afinal, para a produção agrícola girar, com os altos custos dos insumos, será imprescindível ao produtor obter acesso ao crédito. Todos sabemos, porém, que esse está se tornando escasso a cada dia que passa, além de mais caro. Os bancos estão se esmerando na exigência de garantias de saúde financeira, pois querem se resguardar.

Equilíbrio? Crescimento?

Esse difícil equilíbrio financeiro, com o uso misto de recursos próprios e financiados, é o que nos garantirá chegar a dezembro de 2016 no azul, mais uma vez o agronegócio demonstrando que é um dos mais fortes esteios de nossa economia. Tal equilíbrio “é o que vai evitar um derretimento maior do PIB”, conforme destacou à Folha de S.Paulo, o diretor de pesquisa econômica da GO Associados, Fábio Silveira. Mais do que um desempenho equilibrado, no mesmo artigo mencionado, a Associação Brasileira de Agrobusiness (ABAG) prevê um crescimento entre 2% e 2,5% para o agronegócio em 2016.

Segundo o presidente da ABAG, Luiz Cornacchioni, “quem não sair da safra 2015/16 com as finanças equilibradas vai se enrolar, pois o crédito será escasso e caro. Além disso, as margens continuarão apertadas devido à queda das commodities".

Gestão do negócio, a saída

Pode-se ver que o horizonte continua pedindo muito cuidado na gestão do negócio por parte dos produtores. Mais do que nunca, é preciso enxergar o negócio como um todo e utilizar ferramentas compatíveis com essa necessidade. O objetivo é assegurar mais segurança em todos os níveis de decisão.

Um dos pontos a avaliar é se, por exemplo, você está utilizando sistemas de gestão integrados. Se você usa um software para a área financeira, um segundo para a área administrativa e, ainda, um terceiro para a área de relacionamento com os compradores, pode estar perdendo muitos pontos diante da concorrência.

Tal perda está no fato de que você está avaliando dados isolados, solitários, que “não conversam” uns com os outros, ou seja, um dado está em um software enquanto outro está num segundo ou terceiro software. Você não consegue ter uma visão macro do negócio!

Um sistema de software integrado de gestão (ERP) evita essa visão fracionada, para não dizer míope. Com ele, você pode se inteirar até dos hobbies dos seus potenciais clientes no momento em que for despachar um convite para um dia de campo e saber, também, se ele está te devendo e quanto antes de recebê-lo em sua propriedade.

Um sistema de software de gestão integrado (ERP), específico para o agronegócio, está capacitado para lidar simultaneamente com todos os aspectos da área, desde a emissão de nota fiscal eletrônica até os cropbooks, ou livros de safra. Ou seja, ele facilita todo o seu trabalho, porque foi desenvolvido especificamente para ajudar o produtor a tocar seu agronegócio.

O aGrow é um software de gestão integrado (ERP) desenvolvido especificamente para os produtores rurais. Utiliza tecnologia inteligente que permite o gerenciamento de todos os processos de produção, desde a fase de semeadura até o controle de estoque e relacionamento com os clientes. Sem falar que atua no planejamento, na execução e na avaliação dos seus resultados econômico-financeiros.

Portanto, para crescer ou, no mínimo, se equilibrar financeiramente em 2016, você já sabe: o importante é cuidar da gestão interna, dispensando o máximo possível recursos externos para produzir. Ficou com alguma dúvida? Escreva pra gente pelos comentários.

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